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Economia mostra sinais de retomada, diz economista em palestra

A mudança no cenário nacional, após a definição política no governo federal, indica que o Brasil começa a retomar o caminho do crescimento. A projeção é que o PIB, que soma todas as riquezas produtivas do país, cresça 1,5% em 2017 e 3% em 2018, com pico em 2019. A análise é da economista sênior do Depec/Bradesco, Regina Helena Couto Silva, em palestra sobre conjuntura nacional e internacional realizada na noite de quarta-feira, 28, aos associados do Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de São Bento do Sul (Sindusmobil). O presidente da Associação Empresarial, Mario Nenevê, prestigiou o evento.

 

Segundo a economista, são diversos pontos que mostram essa mudança, como acomodação da taxa de câmbio, medidas de ajuste fiscal de longo prazo, retomada gradual das atividades, desaceleração da inflação e aproximação do ciclo de queda da taxa de juros. “A melhoria na governança brasileira está sendo refletida no crescimento do índice de confiança do consumidor, que é primordial para a economia avançar”, esclareceu.

Segundo projeções realizadas pelo Depec/Bradesco, a taxa Selic deve fechar 2016 em 13,75%. Em 2017 ela deve baixar para 10,25%. A inflação, por sua vez, deve alcançar 7,2% neste ano e 4,9% em 2017. A economista também destacou as oportunidades que o mercado externo deve representar para as empresas, considerando que o câmbio deve ficar em R$ 3,20 neste ano, R$ 3,30 em 2017 e R$ 3,40 em 2018. “As exportações são importantes porque favorecem a utilização da capacidade produtiva das indústrias”, considerou.

Para o setor moveleiro, a economista revelou que as projeções indicam que a partir de 2017 a produção industrial de móveis siga um caminho de gradual crescimento. A ampliação do consumo será percebida a partir do próximo ano. Segundo dados do IBGE, a venda no varejo de móveis e eletrodomésticos deve crescer 5,1%; portanto, bem acima da evolução do PIB.

Fonte/foto: Impulso Comunicação

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